O programa precisa atravessar um caminho operacional
Na máquina local, código e dependências funcionam sob as condições do desenvolvedor. Um processo pode iniciar em uma porta, mas produção acrescenta ambiente configurado, acesso de rede, armazenamento, identidade, observabilidade e um plano para falhas e atualização.
Uma máquina virtual oferece um sistema operacional isolado sobre uma camada de virtualização. Um container empacota a aplicação e suas dependências em um ambiente de processo mais portátil; ele não é uma VM minúscula e não remove a necessidade de servidor, rede, CPU ou armazenamento. O deploy publica uma versão e configura como ela será executada e monitorada.
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“Funciona no meu computador” só testa um trecho do caminho. Uma decisão de arquitetura operacional deve incluir configuração separada do código, logs/health checks, rollback e validação de conectividade com recursos dependentes.
Vídeo previsto para 15/10/2026.
Recupere: qual parte da configuração deve mudar entre desenvolvimento e produção sem mudar a regra do programa?
Material complementar da Fernanda
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Guia de Docker — Complemento opcional para a variante em container: leia Dockerfile, build, execução e logs. Docker não é obrigatório para publicar o JAR em uma VM.
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Guia de Nginx: proxy reverso — Relacione cliente → Nginx → aplicação. Na seção de configuração de proxy reverso, identifique quem recebe HTTP e para onde a requisição é encaminhada.
Pratique com /aprender
/aprender Descreva o caminho para publicar uma API: processo local, imagem, registry, servidor e roteamento. Peça que eu explique a diferença entre VM e container. Depois introduza uma falha de configuração e pergunte como observabilidade e rollback ajudam a encontrá-la e recuperá-la.
